A escravidão deixa de ser data
O aluno passa a discutir o engenho como sistema produtivo, espaço de trabalho e memória social, não apenas como conteúdo do livro.

Uma expedição para transformar colonização, ciclo do açúcar, arquitetura e memória afro-brasileira em leitura de território.
O aluno passa a discutir o engenho como sistema produtivo, espaço de trabalho e memória social, não apenas como conteúdo do livro.
Ruas, casarões e igrejas ajudam a turma a perceber como poder, religião e economia organizavam a cidade colonial.
A herança afro-brasileira, a cultura do Brejo e as marcas do açúcar passam a ser observadas no território real.

O aluno lê a cidade como documento: ruas, fachadas, praças e igrejas mostram como a vida urbana foi organizada em torno de economia, religião e poder.

No teatro mais antigo da Paraíba em funcionamento, a turma discute circulação de ideias, vida pública e como cultura também organiza a memória de uma cidade histórica.

A praça ao lado da Matriz ajuda a turma a perceber como religião, urbanismo e convivência se encontram no desenho do centro histórico.

No fechamento, a turma volta às fachadas e aos detalhes da rua para organizar evidências no diário de campo: o que o centro histórico conta sobre trabalho, poder e permanência?
A Azimute entende as turmas, ajusta o roteiro e apresenta o argumento pedagógico e operacional para a escola.